Da janela…

Da ampla janela, ela avistava o mar. Podia sentir o cheiro da areia molhada, ouvir o barulho das ondas. Podia sonhar. Imaginava quantos barcos teriam cruzado aquelas águas, quantos casais teriam trocado juras de amor avistando aquele mesmo horizonte. Enquanto esperava, divertia-se criando essas histórias, decidindo esses destinos. Quantas conchas teriam sido pegas pela menina de cachos dourados que corria pela orla? Passou horas nesse imaginário até que o sol se pôs. E como era bela a lua que começava a iluminar a noite. Sequer sentia o tempo correr. E só percebeu o quanto era tarde quando sentiu aqueles braços fortes tão conhecidos lhe envolverem.

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