Atualizando o último post: O que anda ocupando minha cabeceira…

Vocês lembram do último post, né? Faz quase um mês… Mas é esse aqui. Então, recentemente estive com o maridão na fronteira Jaguarão-Rio Branco para um abastecimento básico (cosméticos, perfumaria e bebidas) nos famosos free shop (leia aqui). Aproveitei para matar minha curiosidade acerca da minha memória. No post anterior, comentei que, pelo que me lembrava, a fragrância de Chanel N. 5 não me agradava, lembram? Pois eu estava certíssima! Não me agrada mesmo. Ponto para a minha memória que continua positiva e operante!

A outra atualização referente ao último post é que, mesmo sem ter terminado ainda o livro de Tilar J. Mazzeo sobre o fascínio de Chanel N. 5, comecei a ler o livro de Servan-Schreiber: Podemos dizer adeus mais de uma vez. O livro é realmente maravilhoso! Aquele tipo de leitura da qual não se consegue desgrudar. E é um livro onde o autor desnuda sua alma, expõe seus anseios e receios e nos dá grandes lições de otimismo e confiança sempre com muita honestidade. Um livro que faz refletir sobre a vida e sobre nossos valores. Será que estamos mesmo vivendo a vida e valorizando o que nos é caro e importante? Ou a prática está muito longe da teoria? Sempre é tempo de acordar e fazer valer a pena, um pouco a cada dia quando não se pode fugir da infindável série de compromissos e responsabilidades da vida moderna. O importante é persistir e ser feliz!

Lidar com a morte jamais será fácil, mas é inevitável. Servan-Schreiber encara o fato com honestidade e através de sua escrita tão humana nos lembra o quanto todos nós somos iguais, frágeis e vulneráveis. Suas palavras nos aproximam da condição humana com delicadeza e verdade.

David Servan-Schreiber, com certeza foste um grande homem e tens a minha total admiração. Foste corajoso como somente os grandes podem ser. Apesar de toda a tua dor e sofrimento, conseguiste transformar as adversidades em formas de auxílio ao próximo, através de teus livros, palestras e exemplos. Teus filhos, a quem lamentas não poder acompanhar na grande descoberta da vida, certamente levam com orgulho e amor o teu exemplo e a tua fibra. O mundo lamenta a tua partida, mas foste um vencedor. Ganhaste a luta por 19 anos, mas há uma batalha que nenhum de nós poderá vencer e a passaste com muita dignidade. A mim, David, que tenho imensa dificuldade em dizer esse adeus definitivo, com tuas palavras cruas, honestas e desnudas, ajudas a me aproximar da compreensão diante do inevitável. E, novamente, então, te agradeço. Descanse em paz.

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